Quer deixar de ser “cachorra”??

Bendito o inventor da internet. Sem ela, não saberíamos de “meio mundo de coisa” que acontece nesse vasto mundão. A última da vez vem de uma ex-celebridade (se é que eu posso dar essa denominação) de nome: Sarah Sheeva. Os mais jovens se perguntarão: Sara Quem?? Alguns que são mais velhos e mais desligados do mundo da música se farão a mesma pergunta. É compreensível.

Sarah é filha de Baby (do) Brasil. Junto com suas irmãs de nomes estranhos, fez parte do grupo SNZ (que eu não saberei citar uma música aqui…mas, basta uma googlada e pronto!). Bom, o foco deste texto não é sua mãe e nem o grupo ao qual pertenceu. Mas, uma campanha que ela encabeça e que está dando o que falar por aí.

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O mundo está tomado por Temer’s

O Dia Internacional da Mulher não terminou bem para Temer. Em seu discurso no Palácio do Planalto em homenagem ao Dia, Temer deixou claro que a participação da mulher na sociedade é o de criar os filhos, limpar a casa e fazer supermercado. E foi bombardeado por isso.

Independente da minha posição política, não estou aqui para defendê-lo. Mas, para desmascarar os hipócritas que foram às redes sociais aos berros para demonstrar seu desprezo pela fala do presidente e menosprezam e destratam mulheres diariamente.

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Sejam mais racionais!

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(No Facebook) Tenho visto publicações de amigos meus que concordam com o massacre ocorrido no “Charlie Hebdo”. E não tem como não me pronunciar. A esses amigos, desejo que algo do tipo nunca ocorra com vocês ou com seus familiares. Porque é bacana opinar quando a tragédia não acontece com alguém próximo a nós.

E, se você concorda é porque também mataria em nome de um Deus, do seu Deus. Devemos suprimir as diferenças religiosas e deixar que as pessoas vivam aquilo que acreditam; que defendam seus ideais sem que, pra isso, precisem sacrificar a vida do outro. E há quem não acredite. Há quem não creia na existência de um Deus superior. E aí? Essas pessoas merecem ser mortas com tiros de fuzis ou metralhadoras na cara?

A crítica, a sátira, o cartun existem para nos fazer pensar a respeito do pensamento comum. E nós gostamos disso. Nós precisamos disso para conseguir viver nesse mundo cada vez mais violento. E você, meu amigo, está aí concordando com toda essa sujeira. Quantos mais terão que morrer em nome da religião, quantos mais terão que morrer por não concordarem com um mundo hipócrita, desonesto… irracional?

A vida humana deve estar acima de qualquer religião, qualquer partido político, qualquer ideologia, qualquer crença, qualquer filosofia. E tudo isso dever ser repensado todos os dias. Não à toa milhares de pessoas mudam de ideia diariamente. E por que não levarmos isso tudo com humor?

Tenho certeza de que você se diverte com os vídeos do Porta dos Fundos, com as piadas satíricas do “Não Salvo”, do “Um Sábado Qualquer”. Ou com os programas imbecis da Rede Globo: Zorra Total, Pé na Cova, dentre outros. Vai me dizer que não se diverte com as piadas do Rafinha Bastos, Fábio Porchat, Marcelo Adnet? Os Gibis da Turma da Mónica, o deboche dos desenhos animados… tudo carrega uma crítica ao mundo em que estamos inseridos e, sim, muitas vezes menosprezam a religião que você acredita. Só que em um tom mais brando. A diferença entre esses programas que você adora e o “Charlie Hebdo” é que o Hebdo é mais escrachado.  E é assim que tem que ser para que a mediocridade social seja posta à tona. Sejamos contra o extremismo religioso. Sejamos contra atos desumanos.

O que será que o teu Deus pensa a teu respeito agora?

Queria vê-los vangloriar ou aplaudir caso ocorresse em suas famílias.

Que Deus os livre que não.

E que tenhas pena da tua alma.

Je suis Charlie! †

Sou a favor da Maioridade Penal!

251370_244744102315729_1507890488_nDiariamente, nos deparamos – em nossos meios de comunicação – com diversos crimes cometidos por menor de idade, muitos deles considerados crimes bárbaros e brutais, como o da dentista e do índio Pataxó que foram incendiados; do garoto que foi arrastado por 7km, ao ter o carro roubado e não ter conseguido se soltar do cinto de segurança e, o mais recente, de um usuário de drogas morto por um garoto de 16 anos (que justificou o crime com um: “O crime cobra caro. Enquanto uns matam, outros morrem” e confessou à polícia ter matado outras 2 pessoas).

Será mesmo que esses jovens não tinham noção do crime que estavam praticando? Será que não tinham total capacidade intelectual de que o que faziam era errado? Certamente, todos tinham real conhecimento e noção de suas atitudes. E crimes bárbaros assim não podem ser “pagos” em apenas 3 anos de detenção. Uma vida vale muito mais que isso.

Nossas crianças e adolescentes estão envolvidos em latrocínios, assaltos, roubos, furtos, homicídios, estupros e tráfico de drogas. É preciso que se pense muito no destino desses jovens e no que eles podem se tornar quando atingirem a maioridade. É fácil para os políticos votarem contra isso, já que estão acompanhados por seguranças e andam em seus carros blindados. Mas, até quando? Até quando teremos que ficar trancados dentro de nossas casas? Quem deveria ter essa preocupação não seriam os bandidos?

Propõe-se que a maioridade penal seja reduzida para 16 anos. Certamente, isso não irá aniquilar nossos índices criminais, mas, certamente, irá reduzi-los. Há quem defenda que é perfeitamente possível esta redução, uma vez que não irá ferir a proposta de emenda (PEC) tendente a abolir o direito e garantia individual.

Aos 16 anos, o jovem já pode exercer seu direito eleitoral, ou seja, ele já pode votar. Se ele pode ajudar na decisão dos rumos que tomará o país, o que o impossibilita de responder por suas próprias atitudes, como qualquer adulto? Somente alguém com retardo mental não pode responder por si e por seus atos com essa idade.

Sem contar que, algumas vezes, os adultos se utilizam dessa “mancada” da nossa Constituição Federal e das regalias oferecidas pelo ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) para obrigarem as crianças e adolescentes a confessar alguns crimes, uma vez que, mesmo se presos, logo estarão em liberdade, suas penas são muito mais brandas. Por crimes do mesmo porte, muitos adultos pegam de 20 a 30 ou mais anos de detenção.

Não sou apenas a favor da maioridade penal. Sou a favor de que, qualquer criança e adolescente – independente da idade – pague pelo crime cometido, principalmente aqueles que atentem contra a vida de outros. Porque o ECA e a galerinha dos Direitos Humanos só servem para proteger bandido. Que tomem eles a responsabilidade e deixem a sociedade viver em um lugar mais seguro e digno.

Não é uma data para se comemorar…

100negro

Hoje, é um dia como qualquer outro. Não há o que ser comemorado. Não há bandeira a ser defendida. Para mim, o “Dia da Consciência Negra” nada mais é do que a hipocrisia de muitos para dizer: “Negro, você é diferente e merece ser tratado como tal”. Já falei em outros textos aqui publicados da minha aversão a esse tratamento especial com que a sociedade trata o negro e que o negro se orgulha.

Lutamos tanto pela igualdade social e nada é feito para que isso ocorra. Pelo contrário, vamos designar um dia especificamente para os negros e deixar que eles pensem que são importantes. Não, minha gente! Isso é errado. A data comemorativa deveria ser “Dia da Consciência Humana”, ficaria menos agressivo, menos humilhante, menos degradante.

Essa distinção de raças só serve para aumentar e difundir a segregação e a discriminação. Precisamos acabar com essa onda do politicamente correto e começar a lutar pelo que realmente importa.

Eu, negra, me recuso a comemorar no dia de hoje. E você deveria se recusar também.

Obs.: Escolhi a imagem do Adnet porquê ele foi apedrejado pelos politicamente corretos de incitar o preconceito com essa camiseta. Ah! Pelamor…vão pro quinto dos infernos.

Grata!