Blog iniciante: quais caminhos trilhar para uma boa visibilidade?

Se você resolveu adentrar ao universo dos blogs, mas não sabe o que fazer para que os leitores te encontrem: tamo junto nessa. Se você já fez o possível para tornar o seu conteúdo atraente: tamo junto, mais uma vez. Este é um universo difícil de se sentir inserido. Ainda mais pela quantidade vasta de blogs que surgem diariamente.

É difícil encontrar o apoio de empresas no início. É complicado encontrar apoio até mesmo na própria comunidade da blogosfera. Parece um duelo. Vence o melhor. Ninguém se ajuda. Se, assim como eu, você também procura maneiras de se fazer presente e não desistir do seu blog, continue a leitura deste texto e veja o que pode ser feito para melhorar o seu rankeamento nos sites de busca.

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A incrível arte de te fazer se sentir tolo!

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É fato que as pessoas, em um contexto geral, não gostam de escrever textos. E que a maioria das bancas de concurso público exibem redação como componente obrigatório em seus cadernos de provas. As pessoas querem passar em concursos públicos, mas deixam de fazer alguns deles por conta da tal da redação. Ou fazem e se dão mal.

É verdade que isso não é um problema de educação, mas de ensino. No entanto, isso é assunto para um próximo texto.

Bom, sempre que vou fazer uma redação e me deparo com o enunciado pedindo: “mínimo de 30 linhas” ou “mínimo de 500 palavras”, já fico tensa. E olha que sou boa com palavras. Mas, essa exigência em números não é boa. Já mexe com o inconsciente de qualquer ser humano. Daí, elaboramos o texto preocupados com a quantidade de linhas ou de palavras. E, assim, acabamos por assassinar a língua de Camões. E, muitas vezes, a mensagem a ser passada não precisa desse tanto de linhas ou de caracteres.

Quantas vezes você já não teve que ler, reler, treler o texto e ir acrescentando palavras ou frases repetidas ou de mesmo sentido só para completar o pedido no enunciado? Quantas vezes você fez um texto bacana e teve que enfeitá-lo só para se adequar às normas?

O que aprendi na faculdade é que um texto – para ser compreendido como tal – deve ter: introdução, desenvolvimento e conclusão. Nada foi dito sobre um texto perfeito com quantidade x de linhas ou palavras. Isso é balela. É só para te fazer sentir idiota e para que desista da arte da escrita. E escrever – no real sentido da palavra – não é uma arte. Só precisa que se pratique mais.

Em uma sociedade que aprendeu a escrever e se fazer entender com apenas 140 caracteres, limitar a criação de um texto é algo completamente desnecessário.

Porque há palavras que simplesmente não podem ser ditas…

Hoje, acordei numa vontade tremenda de retomar meus escritos. Voltar a escrever sobre o que se passa no meu mundo e fora dele. Parece difícil expressar em palavras os sentimentos mais complicados e intensos, mas sai tão natural e expressivo que se torna entendível aos olhos dos outros.
E, como não podia deixar de ser, farei a minha vontade 🙂

“Escrevo porque encontro nisso um prazer que não consigo traduzir. Não sou pretensiosa. Escrevo para mim, para que eu sinta a minha alma falando e cantando, às vezes chorando…”  (Clarice Lispector)