#MaternidadeFacilitada: Bebê que só quer saber de colo

Você que é mãe sabe o quanto as pessoas adoram dar pitacos na criação de nossos filhos. E uma das coisas que a gente mais ouve é: cuidado pra não acostumar esse menino demais no braço. O que pra mim soa como algo ruim, confesso. Como assim aquele serzinho indefeso não pode receber meu afago? E daí se ele só quiser saber de colo? Eu posso (e vou) ficar com ele nos braços o quanto ele quiser. E não me venha com papo.

Mas, só quem vive a maternidade sabe que a realidade é bem mais dura. Chega um momento em que a gente cansa de ficar com bebê no colo. Ou que a gente, simplesmente, precise fazer outra coisa. Eu aprendi a dar o colo somente quando necessário. Vem que eu te ajudo nessa também.

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#MaternidadeFacilitada: os milagres do óleo de coco

Se Pedro Bial pudesse te dar um só conselho, ele te diria para usar filtro solar.

Eu te aconselho a usar Óleo de Coco. Para o corpo, cabelo, lábios, seio ferido durante a amamentação, pra tirar maquiagem. Leve o óleo de coco para a sua vida. E não só para a sua. Também para a do seu baby. Siimmmm!! Como é um produto natural, não tem problema o uso nos pequeninos.

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Maternidade Brasília: minhas impressões

Meu pupilinho nasceu na Maternidade Brasília – também conhecida como Hospital Maternidade ou Hospital Brasília – no dia 31 de maio de 2017. Optei por essa maternidade porque fica próximo à minha casa (moro no Guará). Cheguei a agendar uma visita à maternidade, mas acabei chegando atrasada. Eles são bem rigorosos com o início do tour. Daí, deu preguicinha de ligar e agendar novamente, e resolvi ir na cara e na coragem mesmo (vi alguns relatos e indicações dessa maternidade no Google, além disso era o local indicado por minha GO).

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Grávidas também são competentes

6 meses após ter sido demitida de um emprego de 8 anos, descobri estar grávida.
E, o desespero de ter de correr atrás de um novo emprego, para garantir o sustento do baby, me assolou. Mas, imagine você: poucas (pouquíssimas) são as empresas que contratam uma mulher grávida (eu, por exemplo, ainda não encontrei nenhuma). Neste caso, a gravidez conta mais que as experiências e qualificações profissionais.

Você acha que mulher sofre preconceito no mercado profissional? Imagine uma mulher grávida. Tá aí uma bandeira que as feministas deveriam abraçar e erguer aos quatro cantos: grávidas também são competentes. Quer maior empoderamento feminino que uma grávida chegando na empresa para seu primeiro dia de trabalho e orgulhando-se do seu “estado de graça”? Claro que, dependendo da atividade a ser desempenhada, a contratação pode ser arriscada ou não-recomendada. Mas, nenhuma gravidinha colocaria em risco a sua ou a saúde do bebê. Então, se ela se candidata é porque sente-se capaz de exercer tal função.

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Engravidei! E agora?

Bom, este é um texto que eu nunca imaginei que escreveria por aqui. Já antes tinha dado minha singela opinião por aqui sobre esse lance de ser mãe: não era algo que eu realmente quisesse para mim.

Quando digo que não queria ser mãe, você pode me entender mal. Mas, questão de querência não se discute..umas querem..outras não. E ponto. Só que, com o tempo, a gente aprende que nem tudo acontece como queremos. E a vida nos surpreende. E cá estou eu, já no quinto mês de gestação, completamente surpreendida.

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