Fornecedores do casamento #1year

Para que a festa ocorra exatamente como você quer, a escolha dos fornecedores é de extrema importância. Cada fornecedor deve ser tratado como único, pois se cada um fizer a sua parte, o todo (a festa) não terá problemas.

Essa escolha torna-se cansativa e um pouco demorada. É bom pesquisar, pesquisar e pesquisar para fugir dos preços exorbitantes e dos aproveitadores que, com certeza, você encontrará pelo caminho.

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Convite de Casamento #1year

Desde o início dos preparativos do casamento, queríamos que fosse tudo a nossa cara, mesmo que fugindo um pouco do tradicional. Então, comecei a busca incessante pelo convite de casamento perfeito…rs. Em uma googlada, a gente encontra muuuita coisa. E me deparei com um que realmente chamou minha atenção.

Não lembro bem em que site encontrei o modelo, mas sei que tinham várias opções e, pra variar, era caríssimo (você que é noiva/noivo sabe bem como são exorbitantes os preços de tudo que tenha relação com casamento). Bom, de posse do modelo ideal, fui atrás de alguém que o fizesse por um precinho mais camarada 😉

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Músicas para casamento #1year

Neste mês, eu e o senhor meu esposo completamos 1 ano de casados. E, lembrando de todos os preparativos para “o grande dia”, confesso que me bateu uma saudade de cuidar de tudo, mesmo que eu tenha quebrado a cara em algumas situações.

Bom, como comemoração deste 1 ano, farei uma série de 10 posts sobre as escolhas que fiz para o casório: músicas, fornecedores, vestido de noiva, trajes do noivo e dos padrinhos, bem como tudo o que envolve o universo “casamenteiro”.

Tratarei primeiro das músicas que escolhi para a cerimônia. Não por uma ordem de prioridades, mas porque nesse exato momento estou ouvindo a playlist do casamento, como faço diariamente…rs. Engraçado como me remeto ao instante em que elas tocavam. Então, bora lá.

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Por que não falo sobre feminices?

Tava de bobeira aqui, conversando com uma amiga sobre os caminhos e o futuro do blog. E ela me pergunta: por que você não fala sobre produtos de beleza? Por que não adentra mais ao universo feminino?

A resposta, dentre tantas outras que eu queria dar é: eu não sou feminina. Claro que eu me arrumo. Tenho minhas vaidades. Mas, uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Explico: fui criada com dois irmãos homens. Minha mãe não era muito vaidosa (só a via arrumada quando tinha um grande evento, onde ela não podia ir de short, camiseta e chinelo..rs). E meu pai, bastante conservador. Lembro de uma vez que ganhei uma maquiagem (daquelas que se compra em armarinho, coisa bem infantil) e resolvi me aariscar a passar um dos batons da paleta. Eu devia ter uns…9…10 anos. Cheguei toda pomposa no trabalho da minha mãe, ostentando meus “beiço rosa”. Eu mal tinha pisado no lugar e já escutei meu pai gritando lá de longe: “Vá tirar esse batom. Sua ‘enxerimenta'”.

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Assuma seus cachos, eles dizem…


A indústria, em geral, tem investido pesado no lance do empoderamento feminino.É lindo de se ver.
Propagandas de produtos capilares incentivam na compra de cremes, shampoos, mousses, e o que mais estiver à disposição para que você não precise mais fazer química em seus cabelos.
E vemos essa energia positiva nos mais variados comerciais: a propaganda de um banco mostra uma de suas clientes super cacheada; o mesmo você encontra na propaganda de batom, perfumes, conveniências… basta prestar um pouquinho de atenção. E todas estão super orgulhosas, felizes e aceitas com suas “jubas”.
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Não deixe o “Oi” para depois


Houve um tempo em que as pessoas gostavam de demonstrar seus sentimentos.
Era lindo de se ver.
Foi ali atrás, no início das redes sociais e dos apps de mensagens instantâneas.
Ficávamos grudadinhos nos aparelhos celulares (ou nos computadores) só esperando o “crush” dar um “Oi”. E, instantaneamente, respondíamos.
Num misto de alegria e entusiasmo. E a conversa corria solta, até altas horas da matina.

Hoje, continuamos grudados nos aparelhos. Mas, demonstrar interesse imediato não faz sentido. “Ele não pode achar que eu sou fácil”, “Preciso me fazer de difícil e ocupada”.
É um tal de: “só vou falar com ele, se ele falar comigo”; “só atendo depois do quarto toque”; “se estiver online e não falar logo comigo, eu não respondo mais”. E muitos e muitos doces depois, você deixa a oportunidade de conhecer uma pessoa bacana passar.
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