Sobre

A Autora:

Meu nome é Ana Kylza (o porquê disso, mãe?!). Tenho 25 anos, sou formada em Letras e faço especialização em Gestão Educacional. Já me aventurei no Mestrado em Educação, mas não tive disciplina o bastante para prosseguir. Senti que estava dando um passo maior que minha perna e resolvi recuar. E assim farei com tudo o que eu achar que não seja a hora de realizar. E, por mais que você diga que não, a gente sabe. Desisti! Não por incompetência ou por fraqueza. Mas, por zelo à minha saúde mental. Eu ia enlouquecer.

Aos poucos, vou me preparando novamente. Eu não tenho pressa. E, se você tiver, te deixo passar, numa boa.

Bom, apesar de ser formada em Letras, não sou aquele tipo de pessoa que sai corrigindo a todos, que fica na escuta para  perceber um vacilo linguístico seu. Sou defensora das variações linguísticas, acredito que possamos nos expressar sem aquele mimimi da gramática normativa e utilizá-la somente quando for INdispensável. Mas, confesso que, vez ou outra, meus ouvidos doem por escutar certas coisas.

Mas, tropeçar na Língua Portuguesa: quem nunca?!

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O Blog:

Isso não deveria ser dito. Então, vou dizer e você finge que não leu. Como os demais blogs que habitam este universo cibernético, o meu também foi “criado” após uma desilusão amorosa. Sim, meu caro. O que eu iria fazer com todas as coisas que ficaram entaladas na minha garganta, que não puderam ser ditas? Eu sempre fico com a impressão de ter deixado de dizer algo. Sempre sinto ter perdido a discussão por isso.

Dessa forma, o blog surgiu para que eu expresse – de forma sucinta – todos os sentimentos que me afligem, com pitadas de alegrias e tristezas. Sem muita choradeira. Já há tanta mazela no mundo, você não perderia seu tempo vindo aqui ler minhas lamúrias. Eu mesma não me leria. Os momentos ruins são importantes para o aprendizado, mas o bom da vida é ser feliz.

Mas, ao contrário do que você imagina, este não será um blog para tratar apenas de amor. Aqui, você poderá encontrar textos de todas as temáticas possíveis (menos de culinária, porque disso eu não manjo).

Uma vez, meu sobrinho curioso para saber o que tanto eu escrevia, pegou um dos meus textos: olhou, reolhou e triolhou. Após muito observar, me encarou e disse: “mas, aqui não tem nada!”. Talvez por ele não saber ler ainda, então relevei. Crianças se apegam às imagens. Mas, quantos de vocês irão ler e reler meus escritos e não entender uma linha sequer? Portanto, deixo aqui “Apenas um pouco de nada” para que parem e reflitam. Só vocês saberão se essas palavras vão fazer algum sentido. Para mim, elas são repletas de significado.

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